quinta-feira, 13 de setembro de 2012

O Relator do Oprimido!

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O Relato do Oprimido

O relator sempre quis ouvir com o som suave vozes do muito além do que se possa imaginar. Engraçado é que o que faz acontecer isto e o fato, de que a maioria das pessoas sentem ou se expressam desta forma. Essa forma de som ou de sincronismo de todos os sentidos humanos possíveis de se sentir.
Fadiguei-me ao perceber de que vale tantas mudanças, se o ser em questão não é tão possível assim. Fiquei satisfeito ao ver que no universo em questão, gira o centro das expectativas dos sorrisos nas faces dos semelhantes em quem a nossa frente aqui estão. Presentes neste momento.
Remoei o tom das palavras para não profetizar o esquisito dos outros, entendem! Bem nem eu...
Para que ninguém pudesse se assemelhar com o semelhante, assim se torna fácil o convívio como diferente do: eu acho. Piada! Não querido, realidade.
Ao sair, outro dia, por exemplo, do que estou relatando, outro dia, sai do hospital chicorosos e ao lado estava sentado em mesas de cafés, ao ar livre, um monte de senhores s e senhoras assombrados sobre mezaninos estas as quais eu relatei em princípio. Era as “marmotas”, que tomavam seus cafés ao ar livre a beira da avenida mais movimentada da cidade. Finíssimo não é mesmo!
Parecia ate cena de novela, com direito a autógrafos e paparazes aos montes. Fadados aos fracassados e desgostosos concretos de infelicidade de minha parte, convenhamos... Ao perceber que não fazia, ou poderia se quer fazer parte, daqueles grupos que para mim eram tão notoriosos.
Enfim assim começo expressando do melhor de mim, depois de um longo jejum mental!
Bem vinda a sociedade cidadã!heheh.
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